Os novos Princípios Organizacionais – a Transformação Organizacional começa pela Transformação Pessoal

Os novos Princípios Organizacionais – a Transformação Organizacional começa pela Transformação Pessoal

“Quem você é e aquilo em que você acredita está se
tornando tão importante quanto aquilo que você vende”.
Richard Barrett

Na medida em que avançamos no século XXI está se evidenciando que alguns dos velhos paradigmas de negócios já não funcionam mais. As teorias de negócios que criaram a era moderna não estão mais servindo nem às empresas nem à sociedade. Algumas das novas teorias que estão emergindo incluem:

  • proteger e sustentar o meio ambiente
  • tratar as pessoas e as comunidades com respeito
  • servir o bem comum.

Estamos entrando na era do capitalismo compassivo. Já não é suficiente oferecer um excelente produto ou serviço. Você precisa também viver com base em valores e regras que apóiam o bem comum. A ética e a responsabilidade social estão se tornando fundamentais para a maneira como as empresas conduzem seus negócios. As organizações de maior sucesso no século XXI serão aquelas que se tornarem membros responsáveis da comunidade e bons cidadãos globais. Elas procurarão alinhar seus valores com os da sociedade. Os valores que definem como as empresas se comportam terão um papel cada vez mais importante tanto nas decisões de compra dos consumidores quanto no talento das pessoas que uma empresa puder atrair.

1o Princípio: O Capital Cultural é a Nova Fronteira da Vantagem Competitiva

Na medida em que cresce o nível de competição devido à globalização da economia, as empresas estão reconhecendo que a sua vantagem competitiva se baseia na contratação e retenção de pessoas talentosas e, ao mesmo tempo, na capacidade de gerar níveis elevados de produtividade, criatividade e conhecimento. Elas precisarão criar uma cultura corporativa e um ambiente de trabalho que possibilite a realização pessoal de todos. Isto significa cuidar das necessidades físicas, emocionais, mentais e espirituais de seus funcionários.

As pessoas querem trabalhar em empresas que:

  • ofereçam benefícios adequados (necessidades físicas);
  • reconheçam suas contribuições e nas quais as relações sejam amistosas e francas (necessidades emocionais);
  • encorajem o crescimento pessoal e profissional (necessidades mentais);
  • possibilitem um trabalho significativo e o apoio para contribuir socialmente (necessidades espirituais).

Para tornar esta visão em realidade é preciso que as organizações reduzam a burocracia, encorajem a responsabilidade, recompensem o espírito empreendedor, apóiem a abertura e a transparência, estabeleçam uma visão de futuro compartilhada e funcionem a partir de um conjunto compartilhado de valores que gere um clima de confiança. As organizações precisarão criar uma cultura que apóie seus funcionários a se tornarem tudo o que eles podem ser.

2o Princípio:  A Transformação Organizacional Começa pela Transformação Pessoal

As organizações não se transformam a não ser que os líderes adotem novos valores e mudem seus comportamentos. Nas corporações a cultura organizacional reflete tanto a personalidade da liderança atual quanto o legado das personalidades de seus líderes anteriores. Empresas de sucesso tendem a promover internamente de maneira a preservar suas culturas de sucesso. Empresas com problemas tendem a trazer pessoas de fora para mudar suas culturas.

Se você quiser transformar sua empresa você precisa primeiramente transformar o sistema de crenças, valores e comportamentos dos líderes. Milhões de reais são gastos todos os anos para enviar gerentes para seminários de desenvolvimento pessoal. Eles sentem os benefícios que um ambiente mais aberto poderia gerar, ao mesmo tempo em que experimentam transformações pessoais. Ao retornar eles percebem que seus novos conhecimentos não são valorizados. O treinamento serviu apenas para frustrá-los e aliená-los do resto da organização.

Se o topo da organização não for capaz de incorporar os valores e comportamentos que possibilitem criar uma organização de alta performance, então não haverá transformação organizacional. Não importa qual a posição que você tem na empresa, se quiser transformar sua organização você precisa começar transformando a si mesmo. Os líderes têm a responsabilidade diante de seus colegas e acionistas de investir continuamente em seu desenvolvimento pessoal. O treinamento da liderança que focaliza o desenvolvimento das habilidades de inteligência emocional está se tornando essencial para as organizações que querem atrair e reter os profissionais mais talentosos.

3o Princípio: A Mensuração é Fundamental! Se você não pode medir você não pode gerenciar.

O gerenciamento da performance é a base da renovação contínua e da transformação cultural. Você precisa ser capaz de identificar a mudança que você quer realizar (fatores críticos de sucesso), e medir o progresso em relação a esta mudança (indicadores chaves de performance) se você quiser criar uma organização eficaz. Cada vez mais empresas estão reconhecendo que o capital cultural é um dos mais importantes impulsionadores da eficácia organizacional, e esta, por sua vez, é um dos mais importantes impulsionadores da performance financeira.

No passado as organizações evitaram medir o seu capital cultural porque:

a)    elas não tinham uma estrutura de referência ou as ferramentas para medir e mapear valores, e

b)    os líderes não tinham compromisso com transformação pessoal e mudança comportamental.

As ferramentas para medir o capital cultural já existem (Corptools é um exemplo), e as pressões para aumentar o valor do acionista e competir por talentos num mercado global estão forçando as organizações a olhar para dentro e a se lançarem em projetos de renovação que focalizam a transformação pessoal e a mudança comportamental.

É cada vez mais nítido que para atingir fatores de sucesso tais como performance financeira, qualidade dos serviços ou impacto social é necessário investir no capital cultural. As organizações estão percebendo a necessidades de criar uma abordagem equilibrada para medir a performance que inclua indicadores chave tais como: alinhamento dos valores pessoais e organizacionais, confiança, trabalho em equipe, entusiasmo, comprometimento e realização do funcionário.

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