Assédio Moral – “nunca” é legal

Assédio Moral – “nunca” é legal

A empresa é um microcosmo na engrenagem macro da sociedade. Se, por exemplo, vivemos em um uma sociedade diversificada, a empresa precisa acompanhar essa dinâmica e ser um espelho dessa sociedade. A política de Diversidade e Inclusão (D&I) vem justamente implementar a amostra social no contexto organizacional.

Um dos temas mais sensíveis e delicados de lidar no ambiente de trabalho nos últimos anos vem sendo o tema de assédio moral (e sexual também) dentro das organizações. Todos aqui conhecem algum caso ou já presenciou ou já foi vítima de uma situação de assédio moral no trabalho. De uma exceção no passado, hoje já é uma rotina os tribunais lidarem com o assédio no ambiente organizacional. O problema é que por muito tempo o tema do assédio moral nas empresas foi tratado como um tema sem muita importância.

A temática ESG veio trazer luz para o S e cada vez mais as organizações vem desenvolvendo ações para lidar preventivamente com o tema do assédio moral.

No entanto, muitas organizações desconhecem ou têm uma compreensão parcial ou equivocada sobre o que é assédio moral. Ele ocorre quando o colaborador é exposto a constrangimentos e humilhações (xingamentos e agressões morais, brincadeiras constrangedoras, jornadas excessivas, punições injustas, etc.), de forma recorrente, no ambiente de trabalho por colegas e superiores.

Empresas com cultura de poder e controle o assédio moral é quase uma rotina. Nessas empresas o assédio é visto como “mimimi”. O assédio viola o princípio do direito à dignidade humana. Quando ele ocorre, quebra-se o princípio do valor social do trabalho. O custo financeiro para as empresas varia entre R$ 10 mil a R$10 milhões de multas e indenizações. O custo para a saúde (física e metal) dos colaboradores é enorme também.

O que as empresas precisam fazer para evitar o assédio moral:

Informação e treinamento, política de tolerância zero (como a imagem da foto), código de ética e ouvidoria, canal de denúncia sério e eficaz, mensurar constantemente o clima organizacional para verificar como andam as relações entre os colaboradores.

O que as vítimas precisam fazer:

Reunir provas e detalhes e comunicar ao superior hierárquico do assediador. Não funcionando, ela pode abrir uma denúncia no Ministério Público do Trabalho e na Superintendência Regional do Trabalho na sua cidade de forma anônima (cf. a cartilha do TST com mais informações nesse link https://lnkd.in/dtRmcFpr).

O que a sua empresa está fazendo por esse tema?

————————————–A Agenda 2030 e os 17 ODS

Fabiano L. de Menezes

Consultor parceiro da Evolução Humana Consultoria

Head do Laboratório de Sustentabilidade da Unisantos e ponto focal do Pacto Global das Nações Unidas na mesma instituição.

 


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